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segunda-feira, 26 de março de 2012

Dia-a-dia na Creche



Quando o ano letivo começou, a minha ajudante de ação educativa tinha redução de horário pois tinha tido uma bebé... Como muitas vezes eu não conseguia ver os pais, fiz este cartão para cada criança que preenchia todos os dias e deixava nos cabides! Assim podiam acompanhar mais de perto o que acontecia com os filhotes!
Encadernei, escrevia com caneta de acetato e depois era só limpar com álcool ou acetona.
Agora já deixei de usar pois ela já não tem redução de horário e sempre que preciso  de escrever um recado utilizo o caderno deles!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Para os Papás saberem como os pequenos passam o dia!


Neste pequeno mapa os papás ficam a saber se os meninos estiveram bem dispostos (cara sorridente ou triste) comeram (bem ou mal, com a respectiva legenda) se dormiam e se o intestino funcionou bem!
Vi algo semelhante no Jardim da Alegria e inspirei-me para fazer este!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O Senhor Croc

Apesar dos meus pequenotes gostarem de livros, era um pouco difícil contar histórias pois o maior interesse deles era a mudança de página para verem as imagens seguintes... Então ia eu no conto da história e começava logo a ouvir: "Mais, Mais!" ou seja, "Muda a página!"
Eis senão quando aparece o Senhor Croc na nossa sala!


Agora os pequenos estão mais atentos!
E melhor! Já tentam através do seu ainda pequeno vocabulário, contar histórias uns aos outros!
É caso para dizer: Obrigada Senhor Croc!

Aqui ficam alguns títulos desta colecção:












sexta-feira, 4 de junho de 2010

Os bebés e a dança...

Artigo retirado daqui

Os bebés adoram dançar, toda a gente já reparou. Agora, um estudo finlandês e britânico veio demonstrar que os bebés respondem ao ritmo e ao tempo musicais de forma mais efusiva do que ao discurso falado.
O estudo, com bebés entre os cinco meses e os dois anos, sugere que já nascemos com predisposição para nos movimentarmos ritmicamente ao som da música.
Para chegar a esta conclusão, os investigadores colocaram os bebés a ouvir música clássica, batidas rítmicas e discurso falado. Os movimentos foram avaliados por bailarinos profissionais, para perceber melhor quando os “passos de dança” encaixavam no ritmo da música.
Os cientistas descobriram ainda que quanto mais os bebés sincronizavam os movimentos com o ritmo da música, mais sorriam.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Está na hora de deixar as fraldas...

Largar as fraldas é uma aventura que, regra geral, demora algum tempo e requer uma boa dose de paciência e de bom senso por parte dos adultos. Até aos 18 meses as crianças fazem as suas necessidades de forma automática, ou seja é um reflexo fisiológico. Só a partir daqui é que as crianças se tornam capazes de reconhecer que têm vontade de fazer chichi ou cocó (uma vez que só por volta desta idade os músculos dos esfíncteres estão suficientemente desenvolvidos), de o manifestar e de controlar a sua saída. Claro que isto varia de criança para criança.

Mas atenção tenha sempre presente que largar as fraldas não se faz de um dia para o outro, pois não é uma tarefa fácil para a criança e que ela vai precisar de toda a ajuda e compreensão. A criança precisa aprender a estar atenta a uma sensação física, coisa que até aqui não necessitava de fazer. Terá que ter consciência de que a distracção lhe trará sensações desagradáveis como estar suja ou molhada. Vai necessitar de aprender a reter os cocós e os chichis o tempo suficiente até chegar à sanita/bacio e de saber o que fazer quando a vontade lhe “bate à porta”.

Aqui ficam algumas “dicas” para ajudar o/a seu/sua filho/a nesta fase tão importante da sua vida, que não é nada mais, nada menos que um passo para a conquista da sua autonomia!

Converse com a criança! – Antes de retirar a fralda à criança converse com ela explicando-lhe o que se vai passar. Convém que a criança tenha já noção do que é o chichi e o cocó, pois sem conhecer os conceitos e os objectos, não vai resultar. Mostre-lhe que a mamã e o papá também usam cuecas, pois as crianças adoram imitar os adultos e sentem-se mais crescidas se fizerem as coisas que os adultos fazem. Ofereça-lhe cuecas com motivos divertidos, que sejam escolhidas pela criança, de forma a conseguir motivar ainda mais a criança.

O tempo que passa na sanita/bacio! – Quando se inicia todo este processo, é fundamental criar uma rotina, uma vez que estas oferecem estabilidade e segurança às crianças. Escolha determinados momentos do dia para sentar a criança na sanita/bacio. Durante este tempo, deixe-a brincar com um brinquedo ou ver um livro para que não se aborreça. Mesmo que a criança não faça nada, não a deixe estar mais de 15 min sentada, pois queremos que este tempo seja divertido e não maçador. Esteja preparado/a para umas pinturas diferentes na sua casa de banho, pois as crianças adoram explorar tudo com as mãos e estes presentes não são excepção…

Faça uma festa! – E um dia, finalmente, no fundo da sanita está um presente! Não se acanhe, é uma proeza fantástica, festeje: bata palmas, cubra-a de beijos e diga-lhe como está contente por ter feito chichi ou cocó na sanita/bacio. Isso faz com que a criança se sinta valorizada e queira repetir a proeza. Mas não se iluda, pois poderão haver passos para trás e não ser definitivo.

Seja coerente! – Deixar as fraldas não é só trabalho para as crianças, mas também para os pais que deixam de estar sossegados imaginando os chichis e cocós religiosamente guardados dentro da fralda, para passarem a estar preocupados sobre o sitio e a hora a que estes se vão lembrar de fugir pelas pernas abaixo dos filhos… Se quer que o seu filho deixe a fralda de vez não vale fazer batota e colocar-lhe fralda quando lhe dá mais jeito. Se não como é que a criança vai perceber o que se está a passar se uma vez lhe pedimos que faça na sanita e outras lhe voltamos a colocar uma fralda? Se mesmo que lhe tenha posto fraldas para sair ou porque a criança vai dormir e está de fralda, ela lhe pedir para fazer chichi ou cocó, não caia no erro de lhe dizer para fazer na fralda, apesar de mais cómodo, pois a criança não vai perceber porque tem de usar a sanita quando tem autorização para fazer na fralda. A nossa coerência só faz com que eles aprendam.

Porque os acidentes acontecem! – Durante o processo de controlo dos esfíncteres é quase certo que irão acontecer “acidentes”, ou seja, vários chichis e cocós vão fugir do controlo das crianças e estatelar-se na bonita carpete da sala, no chão da cozinha, no tapete do quarto, etc. Por isso nunca se esqueça que a criança está em fase de aprendizagem e que o que ela está a tentar conseguir não é tarefa fácil. Não sucumba à tentação de ralhar, punir ou humilhar a criança, porque isso só vai fazer com que ela se sinta desvalorizada ou incapaz.

Em harmonia com a escola! – Para que tudo corra da melhor forma, é ideal começar este processo em ambos os lados (escola e casa) de modo a que a criança sinta uma certa harmonia e perceba porque é que vai à sanita/bacio.

(Dicas retiradas do livro Matilde - Vasco, este é o bacio!!!)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Modelo de Avaliação da Qualidade Creche

"É tempo de ajustar as respostas sociais à nova realidade com que nos confrontamos, contribuindo também com as políticas públicas para um exercício de cidadania mais responsável, assumindo-se os seguintes princípios políticos:

• Diferenciar as respostas de acordo com as condições particulares dos seus destinatários, de acordo com as circunstâncias próprias dos distintos territórios, no respeito pela equidade na distribuição dos recursos.


• Contratualizar as soluções assegurando que todos os intervenientes, cidadãos, famílias, instituições públicas e privadas são mobilizados e assumem compromissos nas intervenções de que sejam parte.


• Desenvolver as capacidades das pessoas, das famílias, dos grupos e dos territórios.
 
O Modelo de Avaliação da Qualidade (adiante designado Modelo) é um referencial normativo que se baseia nos princípios de gestão da qualidade e onde são estabelecidos os requisitos necessários à implementação do Sistema de Gestão da Qualidade dos serviços prestados pelas Respostas Sociais."
 


sábado, 29 de agosto de 2009

A Alimentação no 1.º Ano de Vida

Antes dos 4 Meses
- 6 Refeições de leite materno ou biberão de leite adaptado;
- Se for possível, manter o leite materno como alimento exclusivo até aos 6 meses.

Aos 4 Meses
- 4 Refeições de leite materno exclusivo e uma refeição de papa sem glúten - pode ser láctea (preparada com água fervida) ou não láctea (preparada com leite).

Aos 4, 5 Meses
- 3 Refeições de leite, uma de papa sem glúten e uma sopa de legumes - a primeira sopa deve iniciar com 3 ingredientes: batata, cebola e cenoura, só depois a abóbora, o alho, nabo, alho francês, alface, feijão verde, nabiça e couve flor. Deve-se introduzir um legume novo de cada vez, guardando um espaço de intervalo de 4 dias entre a introdução de cada alimento.

5 Meses
- As refeições são as mesmas mencionadas anteriormente, mas na sopa há a introdução de carne magra (frango, peru, coelho, pato, borrego ou vitela);

6 Meses
- 3 Refeições de leite, uma de papa com glúten e uma sopa de legumes + carne + fruta;
- Introdução de:
>Alimentos com glúten: côdea de pão, bolacha, papas com glúten;
>Fruta (maçã, pêra, banana) fresca e madura no final da sopa;
>Massa
>Legumes ricos em nitratos: espinafre, agrião.

8 Meses
- 2 Refeições de leite, uma de papa com glúten, duas de sopa de legumes (apenas uma com carne) + fruta;
- Introdução de iogurte natural sem açúcar ou mel que se pode misturar com fruta ou bolacha.

9 Meses
- 2 Refeições de leite, 2 de sopa + carne ou peixe acompanhado com arroz, massa ou legumes + fruta, iogurte ou papa para o lanche;
- Introdução de peixe magro (fresco ou congelado):pescada, linguado, solha, dourada, robalo, carapau, sardinha.

10 Meses
- Cumpra as refeições atrás mencionadas e introduza gema de ovo bem cozida como alterativa à carne.

12 Meses
- Introdução de:
> Clara de ovo, bem cozida;
> Leite de vaca gordo: até 2 anos e meio e depois leite meio gordo;
> Leguminosas (ervilha, fava, feijão seco, grão)
> Citrinos (laranja).



Nota: São apenas algumas indicações, no entanto devem seguir as recomendações do pediatra.

O uso da Chupeta


Em tenra idade, a boca assume muito mais do que uma função alimentar. É através do reflexo de sucção que o bebé vai explorando e descobrindo o mundo.
O reflexo da sucção é algo inato e muitos bebés já "chucham" no dedo, na barriga da mãe. Na criança pequena, a sucção de um dos dedos ou da chupeta, tem uma função de autocontrolo, conforto e acalmia. A chupeta tranquiliza o bebé e numa fase inicial é a forma mais fácil de acalmar o bebé.
Existem alguns Argumentos a favor do uso da chupeta, no entanto nem todos estão comprovados, sendo assim, alguns dos argumentos apontados são:
-Reduz o risco de síndrome de morte súbita do lactente (SMSL). Vários estudos relacionaram o uso de chupeta para dormir com uma diminuição do risco de SMSL. Este factor preventivo será multifactorial e não está presente no caso da sucção dos dedos;
- Facilita a alternância ventilatória oral, no caso de oclusão nasal;
- Promove o decúbito dorsal, forçando assim uma posição preventiva da SMSL;
- A sucção estimula a tensão muscular a nível das vias aéreas superiores e a língua adopta uma posição anterógrada, permitindo a patência das vias aéreas;
- Acalma. A chupeta acalma o bebé nas situações em que os pais não podem responder imediatamente, propiciando menos gasto energético;
- Dá ritmo, coordenação, força muscular e evita o sugar do dedo, que se pode tornar um hábito (no início como pacificador de uma necessidade sensoriomotora);
- Induz o sono. O movimento de sucção ajuda o bebé a adormecer mais rapidamente;
- Quando os bebés não têm chupeta, "chucham no dedo". O hábito de sugar o dedo pode ser prejudicial para o desenvolvimento dos seus maxilares, promovendo o padrão anteriorizado da língua entre as gengivas ou dentes, causando deformação na arcada dentária e alteração da produção de sons.
Argumentos contra o uso da chupeta:
- Interfere com a amamentação. Reduz a intensidade de estimulação do mamilo, o que leva a uma diminuição da produção de leite. Por outro lado, a chupeta pode desmotivar o bebé, visto a sucção não lhe permitir obter calorias. Se a mãe quer amamentar, é melhor esperar e oferecer a chupeta apenas quando a amamentação estiver bem estabelecida;
-Favorece o aparecimento de otites. Estudos recentes demonstraram que as otites do ouvido médio são mais frequentes nos bebés que usam chupeta continuamente;
-Veículo de bactérias e partículas;
-Pode atrasar o desenvolvimento da linguagem. Um bebé que está sempre com a chupeta vocaliza e palra menos e a partir dos 12 meses de idade poderá ter mais dificuldade na aquisição da linguagem;
-Provoca dependência. São conhecidos os dramas vividos pelos pais e crianças na altura de deixar a chupeta;
- Pode provocar deformação dentária. O risco aumenta se o hábito se prolongar para além dos 2 anos. Se os pais optarem por usar a chupeta, devem utilizá-la racionalmente: o mínimo possível, sendo indicada em momentos de stress ou para adormecer e não sempre que este chora, apenas até o bebé se acalmar ou adormecer. Quando normalmente ele a larga não deve ser recolocada.
O uso da chupeta deverá ser interrompido desde que a criança se mostre desinteressada, o mais cedo possível. A partir dos 2 anos deverá já ter deixado a chupeta.
Curiosidades sobre as características das chupetas:
Existem três tamanhos – dos 0 aos 3 meses, dos 3 aos 6 meses e a partir dos 6 meses;
Ventiladas, simétricas ou anatómicas;
Esterilizadas com vapor e anel de segurança;
Formato gota com válvula, que permite a expulsão do ar;
Modelos com argola ou com manípulo;
O disco deve ter 4,3 centímetros de largura e orifícios de ventilação;
O material ou é de látex ou de silicone;
Deve-se evitar os modelos de silicone quando surge a dentição;
Se surgirem alterações como edema e/ou comichão nos lábios, nas bochechas, na língua, provavelmente deu-se uma sensibilização ao látex (as manifestações alérgicas a este material são pouco frequentes);
Se estiver deteriorada, deve ser substituída de imediato.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Estimulação do Bebé

Desde o princípio, o bebé aprenderá atitudes, sentimentos, maneiras de ser e de enfrentar a realidade, confiança e receios, transmitidos pelos seus pais, inclusivamente para além da sua conveniência e vontade.
Para estimular o bebé é preciso desejar comunicar realmente com ele e aproveitar todas as situações para demonstrar-lho, criando novas e variadas experiências que lhe permitam descobrir o seu corpo e o mundo com alegria. Para conseguir essas aprendizagens, a criança deverá concretizar ela própria repetidos exercícios.
Mas quanto mais numerosos e diversos sejam os estímulos que se lhe proporcionem, maior será a sua capacidade de aprender no futuro e de adaptar-se às novidades. A convicção de que cada criança é diferente, e de que estas diferenças incluem interesses e habilidades, permitirá descobrir e respeitar os seus interesses, aceitar que aprenderá mais depressa umas coisas do que outras, e ajudará a compreender que é mau compará-las.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Adaptação à Creche


A adaptação à creche, nem sempre é fácil, pelo que deverá ser um processo antecipado e progressivo de preparação entre os pais, a criança, a educadora e auxiliares. Geralmente, os bebés têm mais facilidade em se adaptar ao que é novo. Assim, quanto mais cedo a criança entrar para a creche, mais fácil será a sua Adaptação.
Nos primeiros dias a criança, tal como os pais, pode sentir alguma dificuldade, o que pode provocar sintomas de mal-estar, tais como: falta de apetite, perturbações de sono e situações de angústia.

Para facilitar a adaptação das crianças à Creche existem diferentes Estratégias:

- Por norma, aconselha-se os pais que nos primeiros dias a criança fiquem poucas horas na creche, isto acontece porque a ansiedade dos pais é grande e reflecte-se nas crianças.
- Se a criança tem um Objecto de Transição (boneco, fralda de pano, etc.) é importante que este a acompanhe para a Creche pois são usados por si como um suporte na conquista da autonomia, uma vez que são uma espécie de substituto materno e permitem à criança organizar-se na ausência das figuras de referência.

Nesta fase inicial da vida de uma criança, principalmente quando vai para a creche, há sempre um adulto na sala com quem a criança irá criar laços afectivos mais fortes. Esta Vinculação vai dar/trazer à criança uma maior segurança, que vai fazer com que esta se sinta protegida e consiga então, transmitir aos pais que está bem, serena e tranquila sempre que vai para a creche. A criança vai criando novos ritmos e aprendendo a fazer da sala o seu espaço.
As actividades e os objectos existentes neste espaço tornam possível a adaptação da criança à creche que passa por um envolvimento dos pais, da educadora e auxiliares, que devem proporcionar à criança um clima de segurança que lhe permitirá ultrapassar as dificuldades da adaptação.
A firmeza dos pais tem um papel extremamente importante nesta hora, pois há que explicar aos filhos com todo o carinho e amor que os vão buscar ao final do dia, porque apesar de gostarem muito deles têm de ir trabalhar. Neste período de ansiedade de separação e angústia a criança pode mostrar relutância em deixar a mãe, rabugenta e difícil de consolar, contudo este comportamento da criança acabara por desaparecer.

Atitudes da Educadora:
- Criação de um clima de segurança afectiva individual e colectiva.
- Atenção individualizada, mas não exclusiva, sobretudo nos momentos quotidianos de: chegadas, despedidas, refeições; compreendendo como momentos de grande importância para a relação individual-afectiva com a criança (tratando de evitar a pressa, agonia, nervosismo, etc.).
- Conhecimento da criança através de: entrevista com ao pais, observação da criança e de suas reacções diante situações quotidianas da escola.
- Convite aos pais para entrarem na sala estando presentes sempre que possam, desta forma, sentir-se-ão mais confiantes pois podem observar e participar nas actividades e rotinas da sala.
- Reunir o máximo de informação sobre os hábitos do bebé.

Fontes:
-
http://www.guiadafamilia.com/guiadospequenos/tema.php?id=10058
- http://www.pombadapaz.org/?no=2020

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Objectivos da Creche

Andei a fazer umas pesquisas sobe os Objectivos da Creche. Encontrei alguns que agora partilho :)

- Promover a integração e adaptação da criança;
- Criar laços afectivos com a criança;
- Respeitar a individualidade e o ritmo de cada um;
- Promover a interacção escola/família;
- Ajudar a criança a tomar consciência de si própria;
- Promover a socialização;
- Promover a autonomia da criança;
- Estimular o desenvolvimento físico, a coordenação motora, e o desenvolvimento sensorial e cognitivo, a função simbólica e da linguagem;
- Encorajar a criança, gradualmente, a desenvolver a sua capacidade para “estar” com os adultos, com as outras crianças, com objectos;
- Proporcionar o atendimento individualizado da criança num clima de segurança afectiva e física que contribua para o seu desenvolvimento global;
- Colaborar estreitamente com a família numa partilha de cuidados e responsabilidades em todo o processo evolutivo de cada criança;
- Colaborar no despiste precoce de qualquer inadaptação ou deficiência, encaminhando adequadamente as situações detectadas.


sábado, 11 de julho de 2009

Creche

A Creche constitui uma das primeiras experiências da criança num sistema organizado, exterior ao seu círculo familiar, onde irá ser integrada e no qual se pretende que venha a desenvolver determinadas competências e capacidades.
Ao instituir-se legalmente a assistência social à criança como direito de cidadania, a Constituição Portuguesa reconhece o status de política social, colocando na agenda pública a necessidade de definição de directrizes, normas, regras e princípios que devem estruturar a sua implementação.
Para a criança, ir para a Creche é a oportunidade de viver com um grupo de iguais, de brincar num ambiente social de aceitação, de confiança e de contacto. É a possibilidade de adquirir novas e positivas experiências cognitivas, afectivas, sociais e emocionais.
A Creche visa proporcionar o bem estar e desenvolvimento das crianças dos 3 meses aos 3 anos, num clima de segurança afectiva e física, durante o afastamento parcial do seu meio familiar, através de um atendimento individualizado e da colaboração estreita com a família numa partilha de cuidados e responsabilidades em todo o processo evolutivo das crianças.
Um bom livro que aconselho e que é uma ferramenta muito importante para quem está em creche é o seguinte:





Boas leituras*