"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós" (Exupery)
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
A Família
Para assinalar o Dia da Família, cada criança com 2 e 3 anos desenhou os seus familiares assim...
:D
Casinha de Chocolate
Quando eu era pequenita adorava este conto.
Partilhei-o com os meus pequenotes que também gostaram muito!
Depois com digichocolate também fizemos uma casinha de chocolate!
A nossa sala cheirava tão bem!
sábado, 1 de setembro de 2012
Metas na Educação Pré-Escolar
A definição de metas finais para a educação pré-escolar, considerada “como primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida”, contribui para esclarecer e explicitar as “condições favoráveis para o sucesso escolar” indicadas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar.
Estas metas facultam um referencial comum que será útil aos educadores de infância, para planearem processos, estratégias e modos de progressão de forma a que, ao entrarem para o 1.º ciclo, todas as crianças possam ter realizado as aprendizagens, que são fundamentais para a continuidade do seu percurso educativo.
Sendo essas aprendizagens definidas para cada área de conteúdo, sublinha-se que, na prática dos jardins-de-infância, se deve procurar sempre privilegiar o desenvolvimento da criança e a construção articulada do saber, numa abordagem integrada e globalizante das diferentes áreas.
A definição de metas finais para a educação pré-escolar, contribui para esclarecer e explicitar as “condições favoráveis para o sucesso escolar” indicadas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, facultando um referencial comum que será útil aos educadores de infância, para planearem processos, estratégias e modos de progressão de forma a que todas as crianças possam ter realizado essas aprendizagens antes de entrarem para o 1.º ciclo. Não se pretende, porém, que esgotem ou limitem as oportunidades e experiências de aprendizagem, que podem e devem ser proporcionadas no jardim-de-infância e que exigem uma intervenção intencional do educador.
Organização e Estrutura das Metas
Baseando-se nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, as metas de aprendizagem estão globalmente estruturadas pelas áreas de conteúdo aí enunciadas, mantendo a mesma designação. No entanto, a sua apresentação e organização interna têm algumas especificidades, ao adoptar, nas diferentes áreas, os grandes domínios definidos para todo o ensino básico e ao diferenciar alguns conteúdos que estão menos destacados nas Orientações Curriculares. Esta reorganização decorre da opção, que é comum à definição das metas para todo o ensino básico, de estabelecer uma sequência das aprendizagens que, neste caso, visa particularmente facilitar a continuidade entre a educação pré-escolar e o ensino básico.
Importa acrescentar que, se é obviamente necessário definir aprendizagens a realizar em cada área, não se pode esquecer que na prática dos jardins-de-infância se deve procurar uma construção articulada do saber, em que as áreas devem ser abordadas de uma forma globalizante e integrada. Este entendimento surge, aliás, nas aprendizagens definidas para algumas áreas, como será explicitado a seguir, na sua apresentação.
As áreas em que estas aprendizagens estão organizadas são as seguintes:
- Formação Pessoal e Social – esta área é apenas contemplada na educação pré-escolar dada a sua importância neste nível educativo, em que as crianças têm oportunidade de participar num grupo e de iniciar a aprendizagem de atitudes e valores que lhes permitam tornar-se cidadãos solidários e críticos. Nesta área, que tem continuidade nos outros ciclos enquanto educação para a cidadania, identificaram-se algumas aprendizagens globais que lhe são próprias. No entanto, tratando-se de uma área integradora, essas aprendizagens surgem muitas vezes também referidas, de modo mais específico em outras áreas, relacionadas com os seus conteúdos.
- Expressão e Comunicação – nesta área surgem separadamente os seus diferentes domínios. No domínio das Expressões são diferenciadas as suas diferentes vertentes: Motora, Plástica, Musical, Dramática, neste caso designada por Expressão Dramática/Teatro, tendo-se acrescentado a Dança que tem relações próximas com a Expressão Motora e Musical. As metas propostas para estas várias vertentes estão organizadas de acordo com domínios de aprendizagem que são comuns a todo o ensino artístico ao longo da escolaridade básica. Por seu turno, a estrutura da Expressão Motora corresponde à que é adoptada para a Educação Física Motora do 1º ciclo. Estas opções decorrem da intenção de progressão, articulação e continuidade que presidiu à elaboração destas metas.
- Linguagem Oral e Abordagem da Escrita – esta área corresponde à Língua Portuguesa nos outros ciclos e inclui não só as aprendizagens relativas à linguagem oral, mas também as relacionadas com compreensão do texto escrito lido pelo adulto, e ainda as que são indispensáveis para iniciar a aprendizagem formal da leitura e da escrita.
- Matemática – esta área contempla as aprendizagens fundamentais neste campo do conhecimento, distribuídas também pelos grandes domínios de aprendizagem que estruturam a aprendizagem da Matemática nos diferentes ciclos.
- Conhecimento do Mundo – esta área abarca o início das aprendizagens nas várias ciências naturais e humanas, tem continuidade no Estudo do Meio no 1º ciclo e inclui, tal como este, de forma integrada, o contributo de diferentes áreas científicas (Ciências Naturais, Geografia e História).
Acrescentou-se ainda:
- Tecnologias de Informação e Comunicação – uma área transversal a toda a educação básica e que, dada a sua importância actual, será, com vantagem, iniciada precocemente.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Hoje no LIDL
Plastificadora A3 :) :)
Já há muito tempo que a queria mas nunca conseguia chegar a tempo!
Já tenho a minha!!!
Agora tenho uma A4 e uma A3!
Alguém interessado em adquirir com uma A4? Está particamente nova!!
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Nova Etapa
Mais um ano lectivo chegou ao fim...
Agora é tempo de aproveitar umas mini-férias e recarregar baterias...
Desta vez o próximo ano letivo trará novidades para mim... Deixarei de estar na creche e vou acompanhar os meus pequenos para o pré-escolar, para a sala dos 3 anos! Deixarão de ser malmequeres e passarão a ser girassóis :)
Será a primeira vez que estarei profissionalmente numa sala de pré-escolar... Algum conselho? :)
Terei de revisitar as Orientações Curriculares, as Metas de Aprendizagem e as Brochuras do Ministério com mais frequência! :)
Mas por agora é uma breve pausa!!! Assim que voltar publico algumas coisas que ainda estão por vos mostrar!!!
Até lá, se for caso disso, BOAS FÉRIAS!
Agora é tempo de aproveitar umas mini-férias e recarregar baterias...
Desta vez o próximo ano letivo trará novidades para mim... Deixarei de estar na creche e vou acompanhar os meus pequenos para o pré-escolar, para a sala dos 3 anos! Deixarão de ser malmequeres e passarão a ser girassóis :)
Será a primeira vez que estarei profissionalmente numa sala de pré-escolar... Algum conselho? :)
Terei de revisitar as Orientações Curriculares, as Metas de Aprendizagem e as Brochuras do Ministério com mais frequência! :)
Mas por agora é uma breve pausa!!! Assim que voltar publico algumas coisas que ainda estão por vos mostrar!!!
Até lá, se for caso disso, BOAS FÉRIAS!
sábado, 28 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Fases do Recorte e Colagem
Nas produções de recorte e colagem podemos observar as seguintes fases:
- Fase celular: recorta e cola de qualquer maneira, sem intenção de formar cenas. Gosta de ter material variado. Nesta fase, a professora deverá intervir quanto ao uso correto da tesoura (cuidado para não cortar os dedos) e o uso da cola (controlar a quantidade utilizada). Ainda não nomeia suas produções.
- Fase das formas isoladas: não dá forma definida ao recorte, mistura muito o que recorta, mas já está enriquecendo sua experiência. Oferecer materiais variados para enriquecer a colagem: barbante, lã, canudinho, algodão, tecido, etc. Às vezes, consegue nomear suas produções.
- Fase da cena simples: a criança recorta tirinhas e cola para armar um esboço simples. Deixa quase sempre uma área vazia. É uma fase sem proporção. Já consegue nomear sua produção (exemplo: um barco).
- Fase da cena completa: a criança usa as tirinhas, geralmente faz a "linha de base" (o "chão" que aparece também em seu desenho), usa formas variadas para compor sua produção (recorta intencionalmente). Percebe-se uma cena. Nomeia e explica sua produção (exemplo: É um barco navegando no rio.).
Essas "fases" também podem ser observadas no desenho. Cabe ao professor, além do incentivo e de escolher os materiais necessários para cada fase, planear actividades para que as crianças avancem. A criança não aprende sozinha, não cria no "vazio"... Ela precisa da intervenção do adulto, ou de outra criança mais experiente, para avançar em suas hipóteses e experiências.
- Fase celular: recorta e cola de qualquer maneira, sem intenção de formar cenas. Gosta de ter material variado. Nesta fase, a professora deverá intervir quanto ao uso correto da tesoura (cuidado para não cortar os dedos) e o uso da cola (controlar a quantidade utilizada). Ainda não nomeia suas produções.
- Fase das formas isoladas: não dá forma definida ao recorte, mistura muito o que recorta, mas já está enriquecendo sua experiência. Oferecer materiais variados para enriquecer a colagem: barbante, lã, canudinho, algodão, tecido, etc. Às vezes, consegue nomear suas produções.
- Fase da cena simples: a criança recorta tirinhas e cola para armar um esboço simples. Deixa quase sempre uma área vazia. É uma fase sem proporção. Já consegue nomear sua produção (exemplo: um barco).
- Fase da cena completa: a criança usa as tirinhas, geralmente faz a "linha de base" (o "chão" que aparece também em seu desenho), usa formas variadas para compor sua produção (recorta intencionalmente). Percebe-se uma cena. Nomeia e explica sua produção (exemplo: É um barco navegando no rio.).
Essas "fases" também podem ser observadas no desenho. Cabe ao professor, além do incentivo e de escolher os materiais necessários para cada fase, planear actividades para que as crianças avancem. A criança não aprende sozinha, não cria no "vazio"... Ela precisa da intervenção do adulto, ou de outra criança mais experiente, para avançar em suas hipóteses e experiências.
O professor deve observar: como a criança segura a tesoura (o canhoto necessita de tesoura adaptada as suas necessidades), como manuseia o papel (ou outro material para corte) e como utiliza a cola, para fazer as intervenções necessárias, pois há técnicas que facilitam o uso dos materiais.
Nunca se ausentar do local onde as crianças estejam utilizando tesoura e cola. Ter atenção aos materiais que serão manuseados, exemplo: não oferecer botões e objectos que possam ser engolidos à criança que coloca qualquer coisa na boca. Se necessário, redigir um combinado do que "pode e não pode" fazer no recorte e colagem. Cuidado para que eles não cortem cabelos e roupas deles ou dos colegas.
Ao utilizar a tesoura, a criança desenvolve o uso bilateral das mãos: mão dominante corta e a outra dá suporte ao papel.
Retirado DAQUI
segunda-feira, 16 de julho de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
Relatórios de Avaliação
Está aí a altura do ano em que temos de fazer a avaliação dos nossos meninos...
Aqui ficam umas dicas...
É importante considerar, na construção do
relatório individual das crianças os seguintes critérios:
• A avaliação deve sempre enfatizar os avanços e não os fracassos das crianças. Registar o que a criança conseguiu e em que progrediu, nunca utilizar termos perjorativos;
• Valorizar e registar o desenvolvimento sócio-afetivo como: participação, solidariedade, etc;
• Registar a participação da criança nos projetos desenvolvidos na sala;
• Deve-se proceder relação com o registro anterior, ou seja, dar uma continuidade ao texto valorizando o que a criança aprendeu;
• Diversificar a redação de uma criança para a outra, procurando ser fiel em suas colocações, produzindo um texto narrativo e não em tópicos.
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