domingo, 23 de outubro de 2011

terça-feira, 11 de outubro de 2011

“O Joãozinho Retribui”. Ajuda a construir um mundo melhor!

"Está na hora de te tornares numa pessoa mais responsável! Um primeiro passo pode ser participar no concurso “O Joãozinho Retribui”. Se tens até 18 anos entra nesta aventura: desenvolve o teu projecto, na área da coesão social, ou de apoio a uma Instituição não lucrativa de desenvolvimento local de pequenas dimensões que conheças. Podes participar sozinho/a ou com o teu grupo de amigos. Basta fazer a inscrição em www.joaozinho.pt/joaozinhoretribui e podes receber um prémio de 5.000 € que te vai permitir tornar o teu projecto realidade e contribuir para uma sociedade melhor.

Não te esqueças, as inscrições já começam e vão até ao dia 30 de Janeiro!"

Consulta o site para mais informações.

Boa sorte!
 







domingo, 9 de outubro de 2011

domingo, 25 de setembro de 2011

A Festa dos Caracóis

Quem aqui nos visita já alguma vez foi até Reguengo do Fetal conhecer esta tradição?
Garanto que é muito bonita! A procissão passa e em vez das tradicionais velas no caminho estão caracóis com azeite a iluminar!
Visitem no próximo sábado (1 de Outubro) Freguesia do Reguengo do Fetal no Concelho da Batalha! Eu lá estarei a ajudar a iluminar o parque infantil!



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O Portfolio do meu Berçário

Muito diferente do habitual...
A finalidade não era ser um instrumento de avaliação mas sim uma mimosa recordação :)
Na capa o título "Era uma vez".




Dentro deste portfolio além dos pequenos trabalhinhos feitos ao longo do ano estavam muitas fotos dos bons momentos passados :)

A Árvore das Estações

No ano passado (sala de 1 ano) em todas as estações os meus pequenotes fizeram uma árvore para assinalar a chegada do Outono, Inverno, Verão e Primavera. A base era sempre a impressão da mão e do antebraço, o que mudava era a forma de "decorar" a copa.


No Outono: impressão dos dedos
No Inverno: colagem de bolinhas
Na Primavera: carimbagem de flores
No Verão: carimbagem com rolhas

Hoje foi o Dia Internacional da Paz

Fizemos uma pomba com a nossa mão/pé para assinalar o dia!



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Como lidar com as birras...


Em alguns momentos, os pais de crianças de dois ou três anos de idade deparam-se novamente com situações que julgavam ultrapassadas. O desenvolvimento infantil não é linear. Crescer é um caminho longo e, por vezes, as crianças cortam por atalhos.

Estas regressões são consideradas, na sua maioria, normais. Fazem parte dos altos e baixos do processo de desenvolvimento infantil, embora devamos estar atentos às suas causas. Normalmente, são pedidos de atenção da criança, ou porque a mãe está pouco tempo com ela, ou porque, embora fisicamente presente, está pouco disponível emocionalmente. São também comuns quando nasce um irmão.
Há diversos comportamentos de regressão que podem surgir. Por exemplo, a criança voltar a acordar de noite, quando já dormia um só sono. Se a criança acorda assustada ou a chorar, é necessário consolá-la e aguardar algum tempo junto dela para a acalmar. No entanto, não deve permitir que a criança durma na cama dos pais. Deve também procurar dar-lhe mais atenção durante o dia e na hora de dormir, lendo-lhe uma história ou cantando-lhe uma canção. Um outro comportamento regressivo que pode surgir, diz respeito a só querer a mãe e ter dificuldade em separar-se dela. Provavelmente, deseja mais atenção da sua parte, sobretudo no momento da despedida. Pode brincar um pouco com ela antes de a deixar, trocando algumas palavras com a educadora e mostrando-lhe que irá regressar.

Mudança de linguagem

Outras vezes, a criança deixa de chamar as coisas pelos nomes, voltando a apontar quando quer algo. Esta é uma forma de comunicação utilizada quando ainda não há linguagem e quando as crianças não sabem como pedir ou chamar a atenção para alguma coisa.
Se já estava ultrapassada, e a criança volta a utilizá-la, provavelmente percebeu que eles ficam intrigados com esse comportamento e que lhe dão maior atenção. Se a criança já sabe a palavra correspondente, deve pedir-lhe que a use, mas sem exigir que a pronuncie na perfeição. Se é uma palavra que ainda não conhece, deve ensiná-la com calma e paciência. A criança pode ainda pedir de volta a chucha, o biberão ou a fralda que já tinha deixado, ou mesmo voltar a fazer chichi na cama. Estes comportamentos só são preocupantes quando se prolongam no tempo. Se forem comportamentos esporádicos, não deve recriminá-la, mostrando-se compreensiva e desdramatizando a situação, referindo, por exemplo, que também lhe aconteceu quando era da sua idade.

As típicas birram

Uma outra característica desta idade são as birras. Para se saber lidar com essas situações, há que compreender o que existe por detrás delas. Por volta dos dois / três anos, as crianças apercebem-se de que podem ter opiniões e desejos próprios, começando a manifestar a sua vontade e a querer tomar decisões. É um período de afirmação, em que lhes interessa o aqui e o agora, bem como a satisfação imediata dos seus desejos. Inevitavelmente, estes chocam muitas vezes com as restrições impostas pelos pais.
Deve procurar antecipar os seus pedidos, avisando previamente a criança. Por exemplo, se faz uma birra cada vez que vai ao supermercado, deve colocar os limites antes de sair de casa, procurando chegar a um acordo, como: “Vamos comprar pão, mas nada de bolos. Depois do jantar podes comer um rebuçado”. No entanto, nunca deve utilizar a chantagem para evitar ou controlar uma birra. Quando prevê uma birra, deve tentar afastá-la do local do conflito (como os corredores das guloseimas ou dos brinquedos, no supermercado).

Ceder de vez em quando…

Se, mesmo assim, não conseguir evitar a birra, pode optar por ceder, tentar distraí-la ou esperar que passe. Se o pedido for aceitável, pode ceder, mas sempre estabelecendo condições: “Dou-te o bolo mas só se te acalmares e pedires sem gritar” ou “Dou-te o bolo mas hoje não me pedes mais nada”. Ceder de vez em quando não interfere na autoridade dos pais. No entanto, não se deve consentir por já não se aguentar a birra, mas sim porque o pedido não é assim tão descabido. Se a cedência for por cansaço, a criança vai aprender que com as birras consegue sempre o que quer, e elas irão acentuar-se. A distracção também pode funcionar. Pode lembrar-lhe algo agradável que tenha acontecido ou falar-lhe de algo bom que irá acontecer em breve. Ignorar a birra só é possível em alguns contextos, se não estiver a incomodar outras pessoas. Se se mantiver tranquila e ignorar a birra, repetindo de vez em quando que já lhe explicou o porquê do “não”, ela acabará por acalmar. O seu controlo ajudá-la-á a recuperar o seu próprio controlo. Embora seja difícil fazer uma criança desta idade entender o motivo de uma recusa, é bom transmitir-lhe o porquê das coisas, não dando apenas uma ordem ou dizendo “não”. Se estiver num lugar público, o melhor será abandoná-lo, pelo menos enquanto a criança não se acalmar. Não se sinta culpada por lhe negar um pedido.

Não deixe de lhes dar atenção!

Depois de ser contrariada, a criança precisa de algumas palavras de conforto. Para ela é muito importante saber que, apesar de não gostar das suas birras, não deixou de a amar. Os pais devem estar conscientes de que as crianças não têm esses comportamentos para os aborrecer, mas sim porque faz parte da sua conquista de autonomia. Valorize os actos positivos da criança, para que ela aprenda que as suas boas maneiras são reconhecidas e que consegue maior atenção dessa forma. Com a idade, a criança interiorizará os limites que lhe for colocando e as birras diminuirão de intensidade e frequência.

Informação retirada do Sapo Família – Bebé

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O Novo Ano Letivo

Desta vez na sala dos 2 anos!
Mais precisamente na Sala dos Malmequeres!
Com os meus traquinas que acompanho desde a salinha de Berçário e com mais três novos amigos que se vêm juntar às nossas brincadeiras, descobertas, explorações, conquistas...
Mais uma nova aventura que iremos viver juntos na descoberta pelo mundo da arte!
Como habitual iremos publicar algumas das atividades que iremos fazendo!
Agora é tempo de matar saudades, fortificar laços, partilhar ternuras... Ajudar quem chega e receber quem nos conhece!

:)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ensinarás...

Ensinarás a voar,
Mas não voarão o teu voo.

Ensinarás a sonhar,
Mas não sonharão o teu sonho.

Ensinarás a viver,
Mas não viverão a tua vida.

Ensinarás a cantar,
Mas não cantarão a tua canção.

Ensinarás a pensar,
Mas não pensarão como tu.

Porém saberás que cada vez que voem,
Sonhem, vivam, cantem e pensem
Estará a semente do caminho
Ensinado e aprendido.


Madre Teresa de Calcutá



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Parabéns!!!

Enquanto estive de férias, este blog completou o seu 3.º Aniversário!!
Como tem crescido :)


Recebida com um prémio :)



Recebi do blog http://astontasvaoaoceu.blogspot.com/

Muito Obrigada!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Mais...

Não resisti...


Sinopse

Os animais vão celebrar a Festa da Primavera junto ao velho tronco, mas descobrem que aí mesmo está um urso enorme e peludo a dormir. Ainda assim decidem realizar a festa, tentando fazer o mínimo de barulho possível nos preparativos. Tudo corria bem, até que no fim um deles faz um barulho muito, muito grande! Será que acordaram o Urso?





Sinopse

Quem quer casar com a Carochinha que é vaidosa mas bonitinha?
Já todos sabemos que o Porco, o Cão, o Galo, o Boi e o Rato queriam casar com a Carochinha, mas como se salva, nesta história, o João Ratão? Um livro com quadras simples e engraçadas, próprias para os mais pequeninos.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mesmo em férias...

Pensa-se no próximo ano letivo...
Novas aquisições:


Sinopse
O Boris é um monstro adorável, cor-de-laranja, peludo e muito irrequieto, e só tem boas intenções. Mas acaba sempre por estragar tudo. Pais, filhos e educadores vão ajudar o Boris a escovar o cabelo para a sua visita ao parque, mas ele só vai querer dar beijinhos! Quando o Boris chega ao parque, nenhum dos outros pequenos monstrinhos quer brincar com ele, pois o Boris é grande, barulhento e muito beijoqueiro! Mas quando o enorme e assustador cão salta por cima da cerca, Boris vai ser o herói do dia!





Sinopse
Um conto de advertência que avisa todas as crianças dos perigos de se portarem mal e de não obedecerem. Esta é a história da pequena Leonor. Uma menina terrível, que nunca pedia por favor. O que a Leonor queria, tirava sem pedir: Uma torrada, uma cadeira, um livro para colorir. A Leonor nunca esperava pela sua vez, Não pedia por favor nem agradecia. Ela nunca aprendia...






quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Vou de...


Até Portimão!!!
Volto dentro de 2 semanas!
É tempo de recarregar baterias!

Boas férias***

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Noções Topológicas

Algumas imagens retiradas do site Sotão das Ideias





Mapa de Aniversários

Mais uma ideia!




Imagem retirada da Web

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Desenvolvimento da Linguagem


O choro é primeira e principal forma de comunicação do bebé nesta fase de vida, já que é através dele que terá as suas necessidades atendidas pelos pais, seja o frio, a fome, a dor, etc. Para além do choro, o bebé produz sons vegetativos ou guturais, nomeadamente, espirros, soluços e tosse. Ambos os sons, preparam os órgãos fonoarticulatórios à passagem do ar, o que tem um aspecto estimulante na futura produção da fala.

Entre os dois/três meses o bebé inicia a palração, ou seja a produção contínua de sons vocálicos. Estes sons serão gradualmente substituídos por sequências de sílabas reduplicadas do tipo CVCV , "ma ma", "ta ta", a esta fase designa-se por lalação.

Dentro da lalação o balbucio é uma fase muito importante que se inicia por volta do quinto, sexto mês e que permanece até ao oitavo ou nono mês. Nesta fase o bebé inicia o processo de imitação de sons. O balbucio não é uma verdadeira forma de linguagem, uma vez que não possui o propósito de comunicação, mas uma actividade lúdica no nível sensório-motor. O balbucio, geralmente, compõe-se de sons labiais, porque a criança repete os mesmos movimentos. O jogo vocal, repetitivo, que parece uma brincadeira que a criança faz com os sons, chama-se ecolália. A ecolália trata-se apenas da repetição de sílabas ou de palavras. A criança repete-as pelo prazer de falar, sem nenhuma preocupação de dirigir-se a alguém, nem mesmo, às vezes, de pronunciar palavras que tenham sentido. Nesta fase a criança ainda não tem a intenção de comunicar. Tanto o sorriso como o balbucio representam um passo significativo no processo interactivo. È através do palreio que a criança aprende uma regra básica da comunicação, denominada de “turn taking” (pegar a vez), presente aos três meses de idade.

A repetição de monossílabos é uma das últimas etapas para alcançar a palavra, como significado atribuido pelo adulto. Entre os 12 e os 20 meses, aparecem as primeiras palavras com valor de mensagem completa.

Assim, dos 12 aos 18 meses intervém a fase da holofrase, isto é, uma única palavra que como é produzida num contexto funcional adquire vários significados segundo as variantes da sua utilização. Por vezes uma única palavra tem o significado de uma frase completa. Se uma criança diz “mamã” isto poderá significar: “Vem aqui mamã”. A palavra-frase ao mesmo tempo é o sujeito e predicado. Os outros termos gramaticais aparecem no gesto e na expressão faciais da criança. É a chamada fala telegráfica, em que o comprimento médio de enunciado é de um morfema. Nesta fase a criança já compreende cerca de 50 palavras e frases simples e também já utiliza a linguagem para estabelecer e manter o contacto com o meio familiar.

Entre os 18 e os 24 meses, a criança começa a produzir pequenos enunciados, maioritariamente compostos por substantivos, alguns verbos, raros advérbios, geralmente desprovidos de artigos, pronomes, conjunções e preposições.

Os 18 meses são uma etapa muito importante, a criança começa a vivenciar a fase da função simbólica através do jogo simbólico. Esta começa a assimilar que determinado objecto tem uma função própria (o copo é para beber, o garfo é para comer, a escova de dentes é para lavar os dentes…), querendo ela própria começar a executa-las.

A constituição do seu vocabulário parece lento até aos 19 meses, para a partir desta idade aparecerem muitas palavras novas por dia que a criança produzirá com grande prazer e sem os adultos perceberem onde é que a criança aprendeu aquelas palavras.

Nesta fase muitas vezes a criança fala muito pouco, mas interiormente esta a captar novo vocabulário para mais tarde o aplicar.

Dos 18 aos 20 meses a criança tem um vocabulário mais rico, começa a expressar-se, associando duas palavras com a intenção de transmitir uma ideia ou vontade.

Dos 20 aos 22 meses, a criança ganha segurança e sente que é compreendida pelos outros, a criança começa a fazer com maior vontade a ligação de duas palavras numa frase.

Dos 22 aos 24 meses dá-se um aumento rápido do enunciado de duas palavras ou de três palavras e a ordem da frase adulta é finalmente respeitada: sujeito, verbo e objecto.

Dos dois até aos três anos, a articulação das crianças já é bastante clara no entanto, manifestam algumas dificuldades na produção de certos fonemas como /j/,/z/,/r/,/rr/,/lh/, na produção de grupos e encontros consonânticos e de palavras compridas.

Nesta faixa etária domina o artigo definido, particularmente singular (o – a) e começam a aparecer pronomes (pessoais e possessivos) e preposições. Os tempos dos verbos utilizados nestes enunciados encontram-se principalmente no presente, no passado e, por vezes, no futuro (próximo) do indicativo. Frequentemente aparecem erros chamados de “ generalizações abusivas” Ex.”“fazi”, “eu ouvo”,“pinti”. Estas situações demonstram que a criança já conhece bem a gramática da sua língua materna, apenas ainda não conhece algumas das suas excepções.

Retirado de http://terapiafalammb.webnode.pt/desenvolvimento-normal-da-linguagem-/

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Algumas questões sobre as Reuniões de Pais

Antes
Prepare antecipadamente e cuidadosamente a reunião (data, hora,l ocal, conteúdos…);
Envolva a equipa (auxiliares, estagiárias…) e famílias neste processo;
Discuta com os seus pares. Defina objectivos e seleccione as melhores estratégias, de acordo com os conteúdos e o “ público-alvo”;
Divulgue, passe a palavra e “cative”;
Envolva as crianças nesta organização (cartas, circulares, convites – desafiadores e pouco formais; decoração , mensagens , surpresa para as famílias…).


Durante
Organize o espaço para bem acolher. Cuide do ambiente da sala e aproveite para “mostrar” o seu trabalho (vida das crianças e dos adultos na sala – textos, fotografias, registos…);
Reserve um tempo para o acolhimento. Prepare um sumo ou uns bolinhos. Organize o espaço por forma a que os pais possam circular.Vá conversando e fazendo as ”honras da casa”;
Apresente os pais entre si ”ligando-os” com as crianças. Esteja atento aos mais inibidos- insira-os na sala, aproxime-se e sorria…
Apresente claramente a ordem de trabalhos e deixe espaço para questões não agendadas. Preveja sempre um tempo para a participação directa dos pais;
É fundamental que os pais tenham a oportunidade de ficar mais esclarecidos sobre o trabalho desenvolvido na sala/ou escola. Assim a atenção do educador no decorrer da reunião para aspectos menos claros faz todo o sentido de modo a evitar dúvida ou mal entendidos.


Depois
Registe, num espaço visível,a síntese da reunião, destacando a participação dos pais( fotografias, produtos realizados, surpresa para os filhos…);
Faça uma síntese do que aconteceu e envie para os que não vieram (reconhece a sua importância, reforça os canais de comunicação, não penaliza, aguça a curiosidade para a próxima…);
Comunique com quem não esteve presente. Envolva quem não faltou. Pode organizar uma outra reunião com o grupo dos “não presentes” ou reuniões individuais;
O importante é não deixar os pais com falta de informação;
Faça uma avaliação com os que estiveram presentes ( de preferência no final...com sugestões para próximos encontros…), para tal utilize um questionário aberto ou semi estruturado;
Faça ainda uma avaliação em equipa, da forma como decorreu a reunião.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ufa...

Hoje foi a festa de encerramento do ano letivo...
Tou que nem posso... Esgotadinha... Fisica e mentalmente... Ufa que tantos querem a nossa atenção: pais, filhos, tias, primos, avós, irmãos... Mas correu tudo muito bem, que bom!
Amanhã começamos a organizar os trabalhinhos nas pastas... Está a acabar...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Pintar com gelo!

Com o calor, sem dúvida que dá vontade de experimentar!





No fundo do mar...





Caranguejo


A pedido de alguém... Aqui fica uma ideia...

quinta-feira, 30 de junho de 2011

La vie..

Sempre que vejo o blog penso "Ai está tão abandonado!" Mas a falta de tempo impede-me de vir postar, de dispensar tempo a visitar os blogs que gosto de seguir... O ano letivo esta a acabar e daí 24h por dia não chegarem para acabar o que ainda há a fazer...
Terminar as pastas, fazer avaliações, brincadeiras finais, mimos e tudo e tudo e não há tempo para vir aqui...

Para quem me tem mandado mails sobre o meu disco... Pois bem... Vi uma luz ao fundo do túnel mas com o custo aproximado de 900€... Continuo procurando... Espero conseguir encontrar uma outra solução pois esta não é a mais indicada para a minha carteira... Vamos ver...

Agora novidades talvez lá para o meio de Julho... O que posso adiantar é que vamos "piscinar"... Aproveitar o bom tempo!

Bye bye**

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dia Mundial da Criança

Este ano para o Dia da Criança, fiz uns porta Cd's em Goma Eva!
Inspirei-me aqui e aqui e gravei um CD com as nossas músicas preferidas!
Deu muito trabalho, mas gostei do resultado final!
Esqueci-me de tirar foto à parte de dentro, mas para segurar o CD as partes de goma foram cozidas com lã!




Para os meninos um barquinho



Para as meninas uma bonequinha



Acho que ainda vou fazer Porta-Cds noutras ocasiões! :)