domingo, 6 de junho de 2010

Quadras para os Manjericos


Santo António, Santo António,
Que tens tu de especial?
Só sei que na tua festa
Há alegria no arraial.
No dia de São João
Vamos para a rua festejar
Lançar balões para o céu
Sempre, sempre a pular.

Com os Santos Populares,
Muito há que festejar!
Vinho, sardinhas e pão
E muita música para dançar!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Os bebés e a dança...

Artigo retirado daqui

Os bebés adoram dançar, toda a gente já reparou. Agora, um estudo finlandês e britânico veio demonstrar que os bebés respondem ao ritmo e ao tempo musicais de forma mais efusiva do que ao discurso falado.
O estudo, com bebés entre os cinco meses e os dois anos, sugere que já nascemos com predisposição para nos movimentarmos ritmicamente ao som da música.
Para chegar a esta conclusão, os investigadores colocaram os bebés a ouvir música clássica, batidas rítmicas e discurso falado. Os movimentos foram avaliados por bailarinos profissionais, para perceber melhor quando os “passos de dança” encaixavam no ritmo da música.
Os cientistas descobriram ainda que quanto mais os bebés sincronizavam os movimentos com o ritmo da música, mais sorriam.


Direitos das Crianças

No ano passado, por esta altura estava a terminar o curso e fui fazer uma substituição como animadora num Jardim de Infância público. A anterior animadora para comemorar o Dia da Criança tinha pintado os desenhos relativos aos Direitos da Criança (que anexo mais abaixo). Para os expor fiz umas molduras...
Este foi o resultado final:



Aqui estão os desenhos:


As Mordidelas


O primeiro contacto da criança com o mundo é através da via oral. A criança leva à boca tudo o que encontra, para morder.
As crianças pequenas geralmente mordem para conhecer. Para elas, tudo o que as cerca é objecto de interesse e alvo de curiosidade, inclusive as sensações. O conceito de dor, por exemplo, é algo que vai sendo construído a partir das suas vivências pessoais e principalmente sociais, e não é algo dado á priori.
As mordidelas ocorrem com frequência na creche, e são muitas vezes um problema difícil de contornar em crianças de um a três anos. O facto de as crianças morderem, nem sempre significa que são agressivas! Uma criança pode morder outra como uma forma de exploração ou pelo simples prazer de observar a reacção de susto da outra. Pode também usá-la, como uma forma de comunicar. Sem saber expressar-se verbalmente, algumas crianças no momento da disputa de brinquedos ou objectos mostram-se explosivas e arranham, empurram ou mordem. Outras choram, atiram-se ao chão ou puxam cabelos, tudo para demonstrar que estão descontentes com alguma situação.
Os pais das crianças com este tipo de comportamento, devem evitar fingir morder como forma de brincadeira ou expressão de carinho. Os filhos imitam a brincadeira, porque é agradável, com os amigos da creche. Porém, eles não sabem fingir a mordidela e magoam.
Cabe ao educador, planear acções e estratégias no sentido de fazer com que as criança reflictam na sua atitude e sobre a questão de morder, para que com o passar do tempo a criança encontre alternativas.

terça-feira, 1 de junho de 2010

domingo, 23 de maio de 2010

Fantoches com Sacos de Papel



Mais um bom recurso para contar histórias! Basta utilizar a imaginação e materiais de desperdício e conseguem-se belos fantoches que podem cativar as crianças!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Vamos ver os passarinhos?


Com um tempo destes, só apetece ir para a rua logo de manhãzinha e aproveitar enquanto o sol não está muito quente!
Nada melhor que visitar o Jardim da Escolinha e descobrir os tesouros que ele esconde, pois nós ainda somos uns verdadeiros exploradores no que toca ao espaço exterior...
Ficamos maravilhados com os passarinhos que lá encontramos :)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Carimbagem com Rolhas


Mais uma técnica para carimbar...

terça-feira, 18 de maio de 2010

domingo, 16 de maio de 2010

Borboletas e Flores



A Expressão Plástica é uma das áreas que mais cativa os meus pequenotes!
Estão sempre a pedir para pintar e assim que veem as tintas, lápis e canetas ficam eufóricos!
Desta vez pintamos flores (mãos e bibes) com canetas de feltro e com as nossas impressões palmares fizemos borboletas!


terça-feira, 11 de maio de 2010

O Valor de Ser Educador

Ser educador é pintar o mundo de todas as cores
É poder fazer sorrir as crianças
É vê-las crescer...
É ajudá-las a aprender.
Ser educador é profissão de amor
E deixar em cada criança
A lembrança de um mundo melhor.
Ser educador é ser poeta
É ser pintor,
É ser palhaço,
É ser actor.
Ser educador é ser criança
É ser adulto
É ter esperança.
Ser Educador é...
Ser transmissor de verdades,
 De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Procurando se auto-realizar,
Atingir a sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...Esse é o valor de ser educador.
Por fim o educador deve ser...
Criativo como Picasso
Poliglota
Rápido como um relâmpago
De uma resistência a qualquer prova
Alegre,
Terno como um pintainho
Engenhoco como um Estrumpfe
Além disso, deve ter...
Uma memória de elefante
Uma paciência de anjo
Resistência a qualquer prova
Olhos à volta da cabeça
Um filtro nasal
Resposta automática integrado
Um microfone incorporado
Umas costas largas
Orelhas biónicas com controlo de intensidade
Oito braços como um polvo
Um coração como Phil Latulippe
Dedos de fada
Pernas de atleta
Uma bexiga de cinco litros
Um sistema imunitário revolucionário
Uma mulher orquestra!
UMA SUPER MULHER (na sua maioria)

Mas apesar ou devido a tudo isto é que ele adora aquilo que faz...
Basta um sorriso, um abraço e todo o stress passa e dá vontade de continuar, de inovar e de por fim sorrir, rebolar pelo chão e brincar como os pequeninos..."

Autor Desconhecido


Flores para a Primavera!

sábado, 8 de maio de 2010

Transição para o 1.º Ciclo


Aquisições de Educadora...

Recentemente adquiri material para "enriquecer" a minha forma de trabalhar! Finalmente consegui a colecção toda do "Bebé" que há uns meses publiquei no blog e a verdade é que os meus pequenos querem mais! Estão sempre a pedir a "tóia do bebé" (história do bebé) e já a sabem de cor e salteado!
E como as canções são muito populares na nossa sala também temos muitos Cds novos!!! Agora temos todos os Cds da Escolinha de Música graças à recente promoção destes Cds que trazem também Dvds e temos também toda a colecção Vamos cantar- com música a acompanhar (ganhei coragem e comprei tudo de uma só vez).
Mas, também comprei uma pasta para me organizar melhor e ter tudo sempre comigo!!
É uma pasta que simplesmente ADORO e que mandei fazer ´pois visitei o blog da autora e fiquei encantada!!
Para quem não conhece pode visitar: alinhavARTE


Linda não é?

Ainda o Dia da Mãe

Tal como no dia do Pai, também perguntamos às Mamãs o que significa para elas ser Mãe e algumas respostas foram francamente ternurentas!!! Um belo placar que dá mesmo vontade de ler!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Dia da Mãe (Berçário)




No Berçário para as mamãs decoramos uma saca que elas podem utilizar para variadíssimas coisas!!!
Com as mãos dos bebés fez-se uma flor num dos lados da saca!
O postal foi bem simples, também com a impressão da sua mão e, na minha opinião, com um resultado bonito!

Dia da Mãe (Sala 1)

Decorámos um pequeno espelho de bolso para oferecer às mamãs.


Na capa estava escrito "A minha Mãe" e quando abriam aparecia "É Linda!"

Eis como preparámos tudo:
1. Pintamos a caixinha por dentro e por fora com uma cor à nossa escolha;
2. Passamos uma camada de tinta transparente com brilhantes;
3. Fizemos a impressão dos nossos dedos para formar uma flor;
4. Decorámos a caixinha com a técnica do berlinde;
5. O postal foi pintado com um cotonete.



No Postal estava escrito:

Minha Mãe querida
És a minha flor
És para mim tão linda
És o meu amor.

Mãezinha que estás a ler
Esta pequena poesia
Tu para mim és uma estrela
Que me iluminas de noite e de dia.

Minha Mãe é uma rosa
Que meu pai escolheu
E eu sou um botãozinho
Que dessa rosa nasceu.

Instrumentos Musicais RECICLADOS

Reco-Reco


Materiais:
Uma garrafa de água de 5 litros, uma cana, canetas de plástico que já não escrevam e uma rolha ou a própria tampa da garrafa

Execução:
Cortas as pontas das canetas e retiras o filtro onde a tinta fica embebida (se sujares as mãos nesta operação, podes utilizar um algodão embebido em lixívia para as limpar). Com a cola de contacto (se não sabes utilizar esta cola, não te esqueças de ler as instruções do fabricante) faz a junção das canetas às reentrâncias do garrafão de água. Se passares a cana dum modo ritmado pelas canetas (não te esqueças de que a cola deve estar bem seca antes de tocares), logo ouvirás o som do teu Reco-Reco. No entanto se rachares a cana numa das extremidades o som é mais claro e forte. Se colares a cana à rolha ou à tampa do garrafão é uma sugestão que te dou para a cana ficar arrumada quando não utilizas o teu Reco-Reco.

 
Genebres
 
 
Materiais:
2,4 m de tubo plástico, 30 cm de cana seca, 2 m de cordel, canetas de feltro velhas.
 
Execução:
Começa por cortar o tubo plástico (tipo PVC) em vários bocados, onde o maior tenha, por exemplo, cerca de 30 cm. Depois vai reduzindo o tamanho em cerca de 2cm. Corta 10 tubos. Se utilizares estas medidas, gastas cerca de 2,10 metros de tubo, mais o desgaste da serra. Assim o maior terá 30cm e o mais pequeno 12cm. O Genebres tem duas pegas: uma de pescoço (este instrumento toca-se pendurado ao pescoço) e outra de mão, destinada a esticar o Genebres. Do tubo restante, corta as duas pegas com cerca de 10cm cada. Agora, utilizando um berbequim (cuidado se for eléctrico) começas por furar o tubo mais pequeno. Estes furos destinam-se a passar a corda que os vai unir. Para que os tubos não fiquem juntos uns aos outros, tens de utilizar um separador. Corta bocadinhos de caneta de feltro com cerca de 1cm cada. Não te esqueças de tirar o feltro da caneta. Finalmente para montares o teu Genebres, basta enfiares o cordel pelos tubos, colocando um separador de cada lado, entre cada um deles.

Como Tocar:
Pendura uma das pegas ao pescoço. Com uma das mãos pega na outra e estica-o ao longo do corpo. Com o auxílio da cana, toca-o como se fosse um reque-reque.

Cítara

 

Materiais:
Caixa de sapatos de cartão forte, 2 ripas de pinho (30 x 3 x 1 cm), 8 camarões, 3 ripas de pinho (30 x 1 x 1 cm), 8 parafusos de 2 cm de comprimento, 60 cm de arame e fio de nylon de 1mm e 0,5 mm (2 metros de cada -pode ser fio de pesca).

Execução:
Faz um orifício redondo na tampa da caixa de sapatos (a boca ou abertura musical). Reforça a parte debaixo da caixa de cartão, com as ripas maiores. Podes colá-las ou pregá-las. Estas servem de reforço aos furos que vais fazer para aplicares os parafusos e camarões. Para aumentar a resistência da estrutura cola a tampa à parte de baixo. Fazes agora 8 furos equidistantes nos topos da caixa de cartão, que devem furar também a madeira. Neles enroscas, dum lado os parafusos e do outro os camarões. Na parte superior da Cítara, o tampo nos cordofones, tens de colocar dois apoios de cordas e um cavalete móvel, que fica no meio destes. Os pontos de apoio de uma corda devem ser finos e duros. Por esse facto, deves colocar sobre estes, um arame. A técnica é simples: com um serrote, fazes um rasgo ao correr da madeira, que serve de sulco para que o arame não se desloque. Finalmente vais colocar as cordas de nylon. As mais grossas, para as notas mais graves e as mais finas para as outras. O cavalete do meio deve ter uma inclinação de cerca de 60 graus e ficar o mais próximo possível dos carrilhões (os camarões). Deves afinar a tua Cítara, comparando as notas com as de outro instrumento, como um Orgão Electrónico ou uma Flauta de Bisel.

Como tocar:
As cordas na Cítara são beliscadas com uma palheta, igual à das violas eléctricas. A palheta, normalmente, é um pequeno triângulo de plástico. Procura no teu livro de música, modinhas simples, que tenham a extensão de uma oitava. Não te esquecendo de tocar todos os dias. Os grandes músicos, quando começaram, precisaram de trabalhar muito, para conseguirem a precisão desejada. Trabalha e vencerás.


Maracas


Materiais:
Uma lata de refrigerante e cerca de 30 cm de um cabo de vassoura (de preferência, não serres o cabo da vassoura lá de casa).

Execução:
Arranjas uma lata de refrigerante ou outra qualquer que tenha uma capacidade de cerca de 30 cm cúbicos. Atravessas a mesma com um pedaço de pau com cerca de 30 cm de comprimento. Colocas no interior da lata algumas pedrinhas (não coloques muitas) e com uma rodela de cartão, que tenha um furo ao meio para passar o pau, vedas a saída da lata de modo a que as pedrinhas não saiam. Podes utilizar, vários cartões colados, para dares uma maior resistência e evitares a saída das pedrinhas quando estiveres a tocar.


Retirado Daqui

A técnica dos berlindes...


Já experimentaram?
É algo que as crianças gostam de fazer... Acompanhar a rota do berlinde e ver o rasto de cor que deixa atrás de si! Uma óptima técnica para embrulhos!
Desta vez foi feita com um grupo de crianças de ano e meio/dois anos, devo confessar que o seu entusiasmo era tanto, que muitas vezes tivemos de ir buscar os berlindes ao chão :)

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Está na hora de deixar as fraldas...

Largar as fraldas é uma aventura que, regra geral, demora algum tempo e requer uma boa dose de paciência e de bom senso por parte dos adultos. Até aos 18 meses as crianças fazem as suas necessidades de forma automática, ou seja é um reflexo fisiológico. Só a partir daqui é que as crianças se tornam capazes de reconhecer que têm vontade de fazer chichi ou cocó (uma vez que só por volta desta idade os músculos dos esfíncteres estão suficientemente desenvolvidos), de o manifestar e de controlar a sua saída. Claro que isto varia de criança para criança.

Mas atenção tenha sempre presente que largar as fraldas não se faz de um dia para o outro, pois não é uma tarefa fácil para a criança e que ela vai precisar de toda a ajuda e compreensão. A criança precisa aprender a estar atenta a uma sensação física, coisa que até aqui não necessitava de fazer. Terá que ter consciência de que a distracção lhe trará sensações desagradáveis como estar suja ou molhada. Vai necessitar de aprender a reter os cocós e os chichis o tempo suficiente até chegar à sanita/bacio e de saber o que fazer quando a vontade lhe “bate à porta”.

Aqui ficam algumas “dicas” para ajudar o/a seu/sua filho/a nesta fase tão importante da sua vida, que não é nada mais, nada menos que um passo para a conquista da sua autonomia!

Converse com a criança! – Antes de retirar a fralda à criança converse com ela explicando-lhe o que se vai passar. Convém que a criança tenha já noção do que é o chichi e o cocó, pois sem conhecer os conceitos e os objectos, não vai resultar. Mostre-lhe que a mamã e o papá também usam cuecas, pois as crianças adoram imitar os adultos e sentem-se mais crescidas se fizerem as coisas que os adultos fazem. Ofereça-lhe cuecas com motivos divertidos, que sejam escolhidas pela criança, de forma a conseguir motivar ainda mais a criança.

O tempo que passa na sanita/bacio! – Quando se inicia todo este processo, é fundamental criar uma rotina, uma vez que estas oferecem estabilidade e segurança às crianças. Escolha determinados momentos do dia para sentar a criança na sanita/bacio. Durante este tempo, deixe-a brincar com um brinquedo ou ver um livro para que não se aborreça. Mesmo que a criança não faça nada, não a deixe estar mais de 15 min sentada, pois queremos que este tempo seja divertido e não maçador. Esteja preparado/a para umas pinturas diferentes na sua casa de banho, pois as crianças adoram explorar tudo com as mãos e estes presentes não são excepção…

Faça uma festa! – E um dia, finalmente, no fundo da sanita está um presente! Não se acanhe, é uma proeza fantástica, festeje: bata palmas, cubra-a de beijos e diga-lhe como está contente por ter feito chichi ou cocó na sanita/bacio. Isso faz com que a criança se sinta valorizada e queira repetir a proeza. Mas não se iluda, pois poderão haver passos para trás e não ser definitivo.

Seja coerente! – Deixar as fraldas não é só trabalho para as crianças, mas também para os pais que deixam de estar sossegados imaginando os chichis e cocós religiosamente guardados dentro da fralda, para passarem a estar preocupados sobre o sitio e a hora a que estes se vão lembrar de fugir pelas pernas abaixo dos filhos… Se quer que o seu filho deixe a fralda de vez não vale fazer batota e colocar-lhe fralda quando lhe dá mais jeito. Se não como é que a criança vai perceber o que se está a passar se uma vez lhe pedimos que faça na sanita e outras lhe voltamos a colocar uma fralda? Se mesmo que lhe tenha posto fraldas para sair ou porque a criança vai dormir e está de fralda, ela lhe pedir para fazer chichi ou cocó, não caia no erro de lhe dizer para fazer na fralda, apesar de mais cómodo, pois a criança não vai perceber porque tem de usar a sanita quando tem autorização para fazer na fralda. A nossa coerência só faz com que eles aprendam.

Porque os acidentes acontecem! – Durante o processo de controlo dos esfíncteres é quase certo que irão acontecer “acidentes”, ou seja, vários chichis e cocós vão fugir do controlo das crianças e estatelar-se na bonita carpete da sala, no chão da cozinha, no tapete do quarto, etc. Por isso nunca se esqueça que a criança está em fase de aprendizagem e que o que ela está a tentar conseguir não é tarefa fácil. Não sucumba à tentação de ralhar, punir ou humilhar a criança, porque isso só vai fazer com que ela se sinta desvalorizada ou incapaz.

Em harmonia com a escola! – Para que tudo corra da melhor forma, é ideal começar este processo em ambos os lados (escola e casa) de modo a que a criança sinta uma certa harmonia e perceba porque é que vai à sanita/bacio.

(Dicas retiradas do livro Matilde - Vasco, este é o bacio!!!)